Moda – Figurino “Too young to remember”

Florrie ou Florence Arnold é uma cantora e compositora pop inglesa de 26 anos, que também toca bateria e já foi modelo.

Esse post é para dar destaque ao figurino do clipe “Too young to remember”, feito para celebrar a parceria da Florrie com a H&M. Eu, particularmente não gosto desse tipo de música pop, mas o clipe me chamou muito a atenção pelos looks. Com influência dos anos 80 e 90, os figurinos contam com cores vibrantes, sweater com textura e até uma blusinha tipo rain coat de plástico, super fun! O cenário acompanha a mudança dos looks  e muda de cor e até tem efeito gradiente multicolorido.

Curiosidade: O look preferido da Florrie é a blusa de manga comprida vermelha com o casaco rosa bebe. (O meu preferido é o sweater rosa peludinho com a calça jeans de cintura alta!)

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meu preferido!

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preferido da Florrie!

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Blusinha com botões e de plástico!

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relax and just have some fun!

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esses abrigos são tão oitentista e très cool! want one!

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cropped top para a baladinha! destaque para o cabelo

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uma boa peça de jeans pode ser um motivo para uma briga séria!

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junto com a guitarra, vem um look glam-rock!

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um dos looks principais, blusinha com estampa e metalizada.

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as dançarinas também entram na temática

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para tocar bateria o look fica mais despojado e ainda assim fofinho

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Moda – Campanha Clare Vivier & Other Stories

O que há de mais cool reunidos em uma campanha: As três filhas de Mery Streep + parceria da marca Clare Vivier com Other Stories.

Sobre:

Clare Vivier é uma marca que mistura o lado glamouroso francês com o cool minimalista de Los Angeles. A grife é erradica em L.A e seu nome é divulgado como “Clare V”.

Other Stories pertence ao grupo H&M e traz a proposta de criar produtos a partir de histórias da moda. A sede criativa se divide entre Estocolmo e Paris, os ateliers também. A marca abrange diversos tipos de produtos (roupas, sapatos, bolsas, acessórios), inclusive masculino.

A loja é muito legal, estive lá em 2013, quando recém tinha aberto a franquia em Milão. A loja segue o conceito clean do site, tudo muito minimal e com um toque moderno. Os produtos são fantásticos e causam muito, mas muito desejo consumista! haha

Campanha:

Clima super casual, nada demais ou seja: pouca maquiagem, cabelos ao vento, bolsas minimalistas com um toque pop de cor e camisas em tons candy. As filhas são: Mamie, Grace e Louisa.

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Produtos:

Seleção de algumas fotos dos produtos que mais gostei.

Vazados + Multicolorido – Mistura esportiva feliz
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Bolsa tipo boxy com alguns pontos de cor. Minimal e fun.

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Bolsa com shape tipo pochete (usaria como carteira)

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Barbicacho opcional multicolorido. Enfeita qualquer tipo de bolsa.

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Fontes// WWW/Oyster mag

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Moda – Marcas Russas

Vou confessar, sei nada sobre a moda prêt-a-porter Russa, conheço o ícone fashionistas como a Miroslava Dama e meu conhecimento fica por aí. Então, eu acompanho o Büro 247, site russo, entendo tudo que eles falam (au contraire), mas vejo muitas imagens interessantes. Coloco aqui duas marcas com loobook bem criativo e com roupas que me despertaram o interesse pela moda russa.

1ª marca – Libelllulas – Pela tradução bem duvidosa do google da língua russa para o inglês, conseguei captar que a marca é composta por duas sócias (Catherine Geymur e Irina Myasnikov)  e uma delas estudou moda e a outra relações internacionais. Elas não têm interesse em vender fora do país dele (o que eu achei bem legal) e a marca propõe combinar o feminino com o conforto, tipo um vestido que você pode usar para pegar as crianças na escola e depois usá-lo para reuniões de negócios e por fim ir para um jantar romântico. Que tal?
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Minha opinião: Eu adorei que eles combinaram modelagens tipo de alfaiataria, com cores divertidas, estampas meio vintage e até um ar meio minimalista, sabe? Tudo muito bem dosado! Pelas fotos já dá pra perceber que os tecidos são de alta qualidade.

2ª marca – A la Russe – A estilista Anastacia mistura a cultura russa com as influências européias e asiáticas para criar sua coleção, mas preservando sempre a sua identidade cultural. Ela cria para pessoas modernas que possuem apreço por qualidade, conforto e beleza. O segredo da marca? É combinar cortes de roupas atemporais com formas e elementos de estilos contemporâneos.

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Sou suspeita para falar, porque essa coleção tem tudo que eu mais adoro: metalizados, cinza, estampas tipo galáxia e estrelas, um edgy com romântico. Ai meu deus. Começando pelo começo, a marca apresente a parede rosa já propondo um lado romântico e feminino da coleção, mistura de forma muito convincente o prata com a lã cinza, aprecio muito a forma em que é trabalhada as texturas dos materiais com as modelagens. Também dou destaque para a meia de lã mais grossa cinza claro com uma sandália aberta cinza escuro, COOL demais. Ela também oferta para mulheres que preferem o preto, um visual mais pesado, meio rock, sabe? Amei a estampa tipo galáxia, não tem nada a ver com as estampas galáxias ofertadas nos últimos anos, ficou bem moderna.

A partir de agora vou em busca de mais marcas russas.

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Arvida Byström & Inspirações

Arvida Byström é uma garota conhecida no meio da moda londrina, mas ela é de origem sueca (Estocolmo) e nasceu em 91. Seu trabalho principal é fotografia, contudo sua beleza exótica e atitude também lhe rende jobs como modelo e ela já modelou para marcas como Asos, Monki e Urban Outfitters.

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Arvida para Asos

Ela é feminista e se considera uma riot girl moderna (entrevista), já publicou um ensaio fotográfico junto a revista Vice, no qual as modelos estavam menstruadas, este editorial lhe rendeu certa notoriedade.

Ultimamente Arvida está em uma fase de cores suaves, tipo candy colors, em seu físico pinta seus cabelos e em seu trabalho como fotógrafa, retrata bichinhos de pelúcias e outros objetos lúdicos e infantis nesses mesmos tons. Apesar de trazer essa inocência para as fotos em seu Instagram, Arvida também expõe o contraponto irônico, passando mensagens fortes através delas.

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Fotos de seu Instagram

No seu lado mais fashion e fun, Byström recentemente foi convidada para fazer o loobook da marca Monki, o resultado ficou incrível e fofo.

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A revista Lula nesta ultima edição estrela Arvida como uma das opções de capas, a outra é a Kim Gordon, f&da né? Queria muito ter assinatura dessa revista!

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Fiz um moodboard inspirado na figura da Arvida e também em mim mesma, o meu momento atual, ou melhor, meu mood atual. Seria o clichê de não se importar com o que os outros pensam, porque isso nunca nos leva em lugares bons, certo? É o oposto de felicidade. E inspirada na Arvida e outras meninas lindas pelo Pinterest, pintei meu cabelo parte rosa, para celebrar a chegada dos 25 anos, que não significa muita coisa, afinal de contas.

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The Lacoste Tenenbaums

Os Excêntricos Tenenbaums é um filme muito inspirador, tanto para quem gosta de cinema ou moda. Wes Anderson é um diretor muito perfeccionista em relação a ângulos, cenários, luzes e figurino! Todos os filmes dele tem um ar retrozinho e divertido.

Quando eu assisti pela primeira vez, fiquei muito impressionada com o look da Margot! Queria ser ela, ter a atitude blasé, usar somente lápis preto nos olhos e claro ter aquele casaco maravilhoso de pele.

A última coleção da Lacoste para inverno de 2015 foi inspirada por este filme, e eu adoro quando isso acontece, gosto de comparar as imagens e verificar as possibilidades de uma criação e o mais legal de tudo é que apesar da Lacoste ser uma marca esportiva, essa coleção tem um quê de requinte.

Primeira comparação / O look da personagem Margot influenciou as cores – o vestido listrado dela era Lacoste, dá para ver o símbolo, até hoje estou atrás de um assim!!!
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Segunda comparação / Luke é a principal fonte de inspiração, pois ele era um ex-tenista frustrado no filme e isso tem tudo a ver com Lacoste, certo? (o fundador da Lacoste era tenista)
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Terceira comparação / Esse conjunto Adidas que o Chas e seus filhos usam é demais! E a grife aproveita o uso do tom de vermelho em um look bem parecido com o do filme!
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Bom, agora vou falar desses looks que são sensacionais! A aplicação das cores, das listras e da assimetria da modelagem das roupas é muito fashion e usável!
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Parabéns Felipe Oliveira Baptista! (designer atual da Lacoste)

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Cultura – Riot Grrrls & Agora

Eu devia ter uns 13 anos quando ouvi falar pela primeira vez em riot grrrls, o que é claro, uma ótima fase para conhecer esse movimento feminista que envolve a ética punk. Com treze anos, eu descobri que é o machismo, por exemplo, o primeiro menino que eu beijei me disse que  era inadmíssivel eu ficar com outros,  sendo que ele, na verdade ficava com várias outras garotas.

Então obviamente, ler sobre riot grrrls e escutar as bandas relacionadas a esse movimento, me fizeram crescer sabendo que o mundo é mais do que se vê e do que se deve aceitar como verdade.

As bandas que eu escutava eram: Le Tigre, Bikini Kill, Sleater Kinney, Veruca Salt, L7 e as brasileiras eram Dominatrix e Lava, das quais lembro. Isso me inspirou mais para a minha atitude rebelde que com treze/catorze anos é fácil de manter, do que para o meu estilo pessoal, que na época era uma mistura meio clubber, emo e camponense. (risos)

Finalizando essa breve introdução, percebo um retorno, ou melhor, uma relevância atual para esse movimento, não só pelo que houve com as Pussy Riots, mas também por uma série de razões que vou apontar aqui.

//1ª “The Punk Singer” – Assisti esse documentário no ano passado e gostei muito dele. Ele mostra a vida da Kathleen Hanna (vocalista do Bikini Kill & Le Tigre), o início da sua jornada como ativista, feminista e roqueira. Percebe-se que Kathleen foi uma pioneira e muito importante para o movimento das riot grrrls, ela realmente deu o sangue e suor para que a cena em que se encontrava mudasse. Ela confrontava os jovens machistas em seus shows, mandando-os recuar, deixando somente as mulheres na frente do palco. Foi ameaçada de morte e várias outras coisas chatas aconteceram com ela. No final do documentário, há um enfoque na sua doença e condição atual, o que é uma lástima.

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//2ª Quando Bikini Kill terminou e antes de Le Tigre ter surgido, Kathleen continuou com a carreira musical em uma produção independente chamada “Julie Ruin”. A banda fará uma apresentação no aclamado festival da Pitchfork.

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//3ª A banda americana de Olympia (estado de Washington), Sleater-Kinney também participou da cena riot e indie rock do anos 90. Este ano elas lançaram um novo álbum intitulado “No Cities to Love”. É um álbum MUITO f&da e segundo meu namorado (ótimo entendedor de música): “é um dos primeiros discos lançados esse ano e dificilmente vai surgir outro melhor”.

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Deixo aqui o link do you tube para escutar o álbum inteiro

//4ª Carrie Brownstein (vocalista/guitarrista do Sleater-Kinney), está mais forte do que nunca na mídia, tudo graças ao seriado de comédia de sketches chamado “Portlandia”.É uma série muito nonsense e debochada. Vale a pena assistir, os episódios são curtos, tem a duração de 20 minutos e é pura diversão garantida, além de ótimas referências pops e participações inusitadas de atores e pessoas do meio da música.

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A Carrie parabenizou as atrizes e criadoras do seriado Broad City, série sobre duas amigas que fazem bastantes loucuras sem algum pudor em Nova York. Assisti alguns episódios dessa série, mas parei de vê-la devido ao alto número de seriados que acompanho (em torno de 8).

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6ª O site Style aponta a volta da banda L7, a exposição da Björk no MoMA e o novo álbum do Sleater-Kinney, alegando que o movimento está na mente deles, e que antes de existir ingênuas cantoras pop expondo ideias feministas, havia as riot grrrls, rainhas grunges e deusas punks.  Há uma galeria de fotos com várias imagens icônicas dessas mulheres.

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7ª Apesar das riot grrrls não ligarem para aparência ou estética e serem a favor do não-consumismo e do DIY (faça você mesmo), elas criaram uma contra estética, baseada na atitude e na cena underground. Herdaram as vestes rasgadas e desleixadas dos punks, bem como os coturnos e flanelas dos grunges  e gostavam de provocar a ira dos machistas com os vestidos colados tipo regatas longas, o uso da meia calça como calça (herança de Edie Sedgwick), também foi revitalizado pela Kathleen Hanna em Bikini Kill.

Uma breve montagem feita por mim para ilustrar melhor essa atitude girl power, imagens das principais bandas e cantoras desse movimento (imagens encontradas no pinterest).

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Espero que tenham gostado!

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Moda – Pesquisa de Moda / Dicas

Esse post deve ser útil para entusiastas da moda e para quem já estuda ou trabalha com esse meio. Primeiramente devo dizer que a minha formação é a de Moda, na Universidade Feevale (RS) e trabalho no meio fashion há 7 anos, na parte de pesquisa e desenvolvimento de produtos (bolsas e acessórios). Na empresa na qual atuo, são realizadas muitas coleções por ano, portanto é exigido e primordial que eu esteja sempre antenada com as tendências, tanto as mais óbvias quanto as emergentes, afim de que seja possível criar novos produtos que causem desejo na consumidora.

Na minha opinião pessoal, quem se interessa por moda, se interessa por novidades. Claro que no curso de Moda, aprendemos a história dela, e isso é essencial para entendermos a sociedade e sua relação com a moda. Ou seja, se você apenas quer saber sobre moda sem cursar, é importante que leia alguns livros ou mesmo artigos sobre o assunto e sua relevância histórica.

Voltando ao assunto de pesquisa, apontarei algumas maneiras das quais faço a pesquisa e para qual fim cada uma é melhor. Lembrando que esse assunto é muito vasto e eu não vou parafrasear autores para a definição do termo de tendência ou pesquisa de moda e nem falar sobre meios de pesquisa fora da internet (viagens internacionais, revistas, etc).
Para fazer uma boa pesquisa, primeiro tem que se estabelecer o objetivo, que pode ser para uso pessoal (montar o look de sábado a noite/renovar o guarda-roupa) como para uso profissional (desenvolver produtos, desvendar tendências comportamentais para uso comercial).

Vamos lá!

Feedly – Em primeiro lugar, devo salientar a importância de usar um leitor de feed (posts). Eu usava o Google Reader que foi extinto, então tive que migrar para o Feedly, que não é tão bom quanto o reader, mas quebra o galho.
Explicação breve: Você tem uma série de links de sites e blogs que gosta de olhar, com o Feedly você armazena os endereços no mesmo, e quando quer ler, todos os posts se encontram no mesmo lugar, ou seja, você não precisa abrir o navegador e puxar da sua memória todos os endereços, o Feedly já faz esse serviço para você e mostra quais posts são novos (pode colocar dos mais recentes até os mais velhos, ou vice-versa).
Você deve organizar os endereços eletrônicos por categorização, por exemplo: tumblrs, blogs, pesquisa, notícias, etc. O que você achar melhor, para mim Feedly é a dica mais importante e que realmente faz diferença na hora de estar antenada.

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Imagem da página do meu Feedly

Pinterest –  Acho mais fácil e dinâmico que um Tumblr. Ele é um site que você pode “pinnar”(colocar) imagens em boards de acordo com seus interesses. Você os cria (boards), como se fosse uma categorização e assim, busca no próprio pinterest ou fora dele, imagens que inspirem ou até mesmos posts interessantes que possam ser pinnados.
Exemplo: Entre no meu pinterest e veja como organizo meus boards (e também sigo pessoas/sites legais que vocês podem seguir).
Dica: Não se detenha somente a seguir certas pessoas no pinterest e usar as imagens das mesmas, é possível instalar o botão do pinterest e pegar imagens de vários outros sites, e se você usar o Feedly, fica super fácil.

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Imagem da página do meu Pinterest.

Blogs – Uma coisa que se aprende nos blogs, é que onde há um blog bom, há outro melhor ainda. Gosta de um blog? Repare nos links que esse site indica, normalmente os links serão no mesmo nível ou até melhores. Um link leva a outro link, que pode ser um blog mais diferenciado e interessante, no qual o conteúdo tanto escrito ou de imagens, será uma ótima fonte de pesquisa e inspiração.

Loobook.nu – Eu não utilizo muito esse site, mas eu indico ele para pessoas que gostam de se inspirar em looks alheios para se vestir e além do mais, há muitos estilos diferentes e a maioria dos usuários utilizam marcas de fast-fashion para se vestir e mesmo assim, vestem-se de  forma inusitada, também há muitos users que são bloggers, então é um bom site para começar a achar endereços de blogs.

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Lookbook

Sites de stret style – Gosto muito do Carolines Mode e sempre fico atenta que nas semanas de moda, cada portal de moda tem uma área específica na qual divulga as mais emblemáticas fotos de street style da temporada, como por exemplo o fotográfo Tommy Ton para o Style.

Grandes portais de moda – Para se obter conhecimento e pesquisar moda na própria moda de passarela, indico alguns sites: Style, WWD, Fashionista. São ótimos sites com conteúdos elaborados e imagens de alta qualidade.

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Style.com

Afim de se inteirar sobre as macro tendências comportamentais e conhecer o trabalho de um cool hunter?

Box1824 – Este site é brasileiro e já fez ótimos conteúdos sobre as tendências comportamentais. Lembra daquele vídeo sobre a geração Y que estava correndo pela internet? É desse site. Melhor ainda, está em português.

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Box1824

K-hole – Site de tendências comportamentais baseado em Nova York. Ele foi o primeiro que divulgou o termo normcore que foi super comentado e disseminado pela massa. E eles tem uma parceria com o site Box1824.

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K-hole

Trendwatching – É pago, mas divulga gratuitamente parte da pesquisa para assinantes apenas por e-mail, tipo newsletter. É interessante,  pois ele se foca em regiões, portanto, pesquisa tendências comportamentais da América Latina, por exemplo.

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Trendwatching

WGSN – Este site é considerado o mais famoso e o melhor de todos, por esse motivo, ele é pago e é bem caro. Tenho o privilégio de poder acessá-lo pela minha empresa, mas sei, que a Feevale tem assinatura e os estudantes podem acessar pela Universidade. A WGSN comprou a concorrente StyleSight e eles se uniram, assim tendo, mais exclusividade nas pesquisas e reunindo tendências comportamentais relevantes para o desenvolvimento de produtos.

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WGSN

Sobre saber inglês:
Na minha experiência, foi essencial saber a língua inglesa, mas quando comecei  minha
carreira profissional, eu sabia o inglês mas não sabia os termos de moda na língua. Um livro que me ajudou muito a desvendar o dicionário da moda foi “Dicionário de Termos de moda” da Diana Aflalo. E o restante foi por prática, entrar nos sites e prestar atenção nos termos em inglês que se repetiam e associar eles as imagens.

Sobre saber francês:
Não é tão essencial, mas é importante saber algumas palavras ou outras, pelo menos para não passar mico na hora de pronunciar os nomes de grandes grifes como: Yves Saint Laurent, Chloé, Céline (etc) ou lojas de departamento como a Printemps. Também é muito legal ler o blog da Garance Doré em francês, pois na versão traduzida para o inglês, muito se perde no significado das frases.

Espero que este post ajude, qualquer dúvida, por favor enviem nos comentários.

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